A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), por meio da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, recebeu, na manhã desta quarta-feira (4), uma delegação da África do Sul, composta por representantes do Estado e de entidades financiadoras do país. O encontro, realizado na sede da CDHU, contou com uma apresentação das ações habitacionais do Governo de São Paulo e com uma intensa troca de experiências e questionamentos entre os presentes.
Maria Cláudia Pereira, Diretora de Planejamento e Desenvolvimento Urbano da CDHU, conduziu toda a explanação, destacando ações e programas realizados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) e pela Companhia. “Apresentamos a política estadual de habitação de uma forma geral, com destaque para os nossos programas e para as diversas formas de ação e financiamento das unidades habitacionais”, explicou.
Na ocasião, foram detalhadas as formas de atendimento realizadas pelo Estado para diminuir o déficit e a inadequação habitacional. Somando produção direta da Companhia com modalidades que utilizam o fomento ao crédito e parcerias com a iniciativa privada, já foram entregues desde o início de 2023, mais de 81 mil moradias, totalizando um investimento de R$ 6,4 bilhões.
Durante a apresentação, a diretora trouxe, ainda, cases de sucesso da Pasta, como o atendimento em tempo recorde às famílias do Litoral Norte, após as fortes chuvas de 2023, e o reassentamento de famílias da Favela do Moinho, que capitaneado pelo Governo de São Paulo, retirou, até o momento 882 famílias que viviam em condições de alto risco e insalubridade no local.
A diretora pontuou, por fim, que o encontro foi proveitoso, à medida que permitiu a análise e um debate de soluções a partir de outros olhares e realidades. “Se por um lado temos desafios comuns aos que existem na África do Sul, por outro temos uma variação de modalidades de ação que acabaram chamando a atenção dos presentes para o desenvolvimento das suas futuras ações. Eles seguem procurando, assim como nós, não somente fazer habitação, mas também trazer mais desenvolvimento urbano para os espaços públicos ”, finalizou Maria Cláudia.