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 No aniversário de São Paulo, Biblioteca Digital resgata imagens da Praça da Sé antes do Metrô

Documentário histórico disponível na plataforma mostra o Palacete Santa Helena e as transformações do Marco Zero da capital

22/01/2026
Foto ilustrativa

No aniversário de São Paulo, revisitar a cidade também é uma forma de celebrar. E, às vezes, essa viagem no tempo começa com uma imagem que já não existe mais no cotidiano mas segue viva no ambiente digital. Na Biblioteca Digital do Governo do Estado é possível encontrar a história viva da cidade digitalizada em diversos formatos, entre eles, um documentário que revela como era a Praça da Sé antes da implantação do Metrô.

As imagens no documentário Praça da Sé – 1976 (clique aqui)  revelam um cenário difícil de imaginar hoje: o Palacete Santa Helena ainda em pé, imponente, abrigando um dos cinemas mais luxuosos do centro paulistano. Construído na década de 1920, o edifício modernista foi implodido nos anos 1970 para possibilitar as obras da estação Sé. Ver essa cena é enxergar a história do Marco Zero da cidade no coração da capital. (link) Acesse a Biblioteca Digital

Símbolo da origem e da identidade paulistana, a Praça da Sé passou por inúmeras transformações ao longo do tempo. É dali que se medem todas as distâncias rodoviárias do Estado e, mais do que um ponto geográfico, ela representa a própria trajetória da cidade.

A Praça da Sé é um dos exemplos mais emblemáticos de estruturação urbana e de como o espaço urbano e a mobilidade se entrelaçam na história, especialmente para o deslocamento da cidade. A observância dessa lógica na formulação de políticas públicas é fundamental até os dias de hoje, sendo uma das premissas do Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitacional - 2040 (PDUH), em fase de refinamento de diagnóstico e proposições de iniciativas com recortes regionais pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Nos bairros centrais, como Sé, República, Santa Cecília, Bela Vista, Consolação e Liberdade, as famílias sem carro são a maioria, de acordo com a Pesquisa Origem e Destino 2023 (OD) do Metrô de São Paulo. E o transporte coletivo, especialmente o metrô, é mais utilizado pelos moradores do que os meios individuais. Partindo dessa realidade, o PDUH reforça a projeção de cidade mais inclusiva, conectada, compacta e pensada para as pessoas nas políticas a serem desenvolvidas pelos próximos 15 anos.

Esses e muitos outros recortes da história urbana seguem vivos na Biblioteca Digital, que recuperou e digitalizou todo o acervo da antiga Emplasa. Lançada em dezembro de 2025, a plataforma deu novo alcance a materiais que, durante décadas, ficaram restritos a arquivos físicos e que, nos últimos anos, correram risco de serem perdidos devido à extinção da Emplasa.

A iniciativa marca um novo capítulo na preservação e na difusão do conhecimento urbanístico paulista. Em um único ambiente digital, a Biblioteca reúne 10,9 mil itens, incluindo documentos da SDUH, do Gegran e da Emplasa, além de uma valiosa filmoteca histórica, mapas, plantas, diagnósticos territoriais, relatórios, fotografias aéreas, livros e publicações técnicas. Trata-se de uma das mais completas bases de memória do planejamento urbano do Estado.

Com navegação intuitiva, ferramenta de busca avançada e acesso aberto, a plataforma foi pensada para pesquisadores, especialistas e para qualquer cidadão interessado em conhecer melhor a cidade onde vive. Aberta ao público e em constante ampliação, a Biblioteca Digital reforça o compromisso com a transparência, o acesso à informação e a valorização da história urbana.

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 No aniversário de São Paulo, Biblioteca Digital resgata imagens da Praça da Sé antes do Metrô

Documentário histórico disponível na plataforma mostra o Palacete Santa Helena e as transformações do Marco Zero da capital

22/01/2026
Foto ilustrativa

No aniversário de São Paulo, revisitar a cidade também é uma forma de celebrar. E, às vezes, essa viagem no tempo começa com uma imagem que já não existe mais no cotidiano mas segue viva no ambiente digital. Na Biblioteca Digital do Governo do Estado é possível encontrar a história viva da cidade digitalizada em diversos formatos, entre eles, um documentário que revela como era a Praça da Sé antes da implantação do Metrô.

As imagens no documentário Praça da Sé – 1976 (clique aqui)  revelam um cenário difícil de imaginar hoje: o Palacete Santa Helena ainda em pé, imponente, abrigando um dos cinemas mais luxuosos do centro paulistano. Construído na década de 1920, o edifício modernista foi implodido nos anos 1970 para possibilitar as obras da estação Sé. Ver essa cena é enxergar a história do Marco Zero da cidade no coração da capital. (link) Acesse a Biblioteca Digital

Símbolo da origem e da identidade paulistana, a Praça da Sé passou por inúmeras transformações ao longo do tempo. É dali que se medem todas as distâncias rodoviárias do Estado e, mais do que um ponto geográfico, ela representa a própria trajetória da cidade.

A Praça da Sé é um dos exemplos mais emblemáticos de estruturação urbana e de como o espaço urbano e a mobilidade se entrelaçam na história, especialmente para o deslocamento da cidade. A observância dessa lógica na formulação de políticas públicas é fundamental até os dias de hoje, sendo uma das premissas do Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitacional - 2040 (PDUH), em fase de refinamento de diagnóstico e proposições de iniciativas com recortes regionais pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Nos bairros centrais, como Sé, República, Santa Cecília, Bela Vista, Consolação e Liberdade, as famílias sem carro são a maioria, de acordo com a Pesquisa Origem e Destino 2023 (OD) do Metrô de São Paulo. E o transporte coletivo, especialmente o metrô, é mais utilizado pelos moradores do que os meios individuais. Partindo dessa realidade, o PDUH reforça a projeção de cidade mais inclusiva, conectada, compacta e pensada para as pessoas nas políticas a serem desenvolvidas pelos próximos 15 anos.

Esses e muitos outros recortes da história urbana seguem vivos na Biblioteca Digital, que recuperou e digitalizou todo o acervo da antiga Emplasa. Lançada em dezembro de 2025, a plataforma deu novo alcance a materiais que, durante décadas, ficaram restritos a arquivos físicos e que, nos últimos anos, correram risco de serem perdidos devido à extinção da Emplasa.

A iniciativa marca um novo capítulo na preservação e na difusão do conhecimento urbanístico paulista. Em um único ambiente digital, a Biblioteca reúne 10,9 mil itens, incluindo documentos da SDUH, do Gegran e da Emplasa, além de uma valiosa filmoteca histórica, mapas, plantas, diagnósticos territoriais, relatórios, fotografias aéreas, livros e publicações técnicas. Trata-se de uma das mais completas bases de memória do planejamento urbano do Estado.

Com navegação intuitiva, ferramenta de busca avançada e acesso aberto, a plataforma foi pensada para pesquisadores, especialistas e para qualquer cidadão interessado em conhecer melhor a cidade onde vive. Aberta ao público e em constante ampliação, a Biblioteca Digital reforça o compromisso com a transparência, o acesso à informação e a valorização da história urbana.

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 No aniversário de São Paulo, Biblioteca Digital resgata imagens da Praça da Sé antes do Metrô

Documentário histórico disponível na plataforma mostra o Palacete Santa Helena e as transformações do Marco Zero da capital

22/01/2026
Foto ilustrativa

No aniversário de São Paulo, revisitar a cidade também é uma forma de celebrar. E, às vezes, essa viagem no tempo começa com uma imagem que já não existe mais no cotidiano mas segue viva no ambiente digital. Na Biblioteca Digital do Governo do Estado é possível encontrar a história viva da cidade digitalizada em diversos formatos, entre eles, um documentário que revela como era a Praça da Sé antes da implantação do Metrô.

As imagens no documentário Praça da Sé – 1976 (clique aqui)  revelam um cenário difícil de imaginar hoje: o Palacete Santa Helena ainda em pé, imponente, abrigando um dos cinemas mais luxuosos do centro paulistano. Construído na década de 1920, o edifício modernista foi implodido nos anos 1970 para possibilitar as obras da estação Sé. Ver essa cena é enxergar a história do Marco Zero da cidade no coração da capital. (link) Acesse a Biblioteca Digital

Símbolo da origem e da identidade paulistana, a Praça da Sé passou por inúmeras transformações ao longo do tempo. É dali que se medem todas as distâncias rodoviárias do Estado e, mais do que um ponto geográfico, ela representa a própria trajetória da cidade.

A Praça da Sé é um dos exemplos mais emblemáticos de estruturação urbana e de como o espaço urbano e a mobilidade se entrelaçam na história, especialmente para o deslocamento da cidade. A observância dessa lógica na formulação de políticas públicas é fundamental até os dias de hoje, sendo uma das premissas do Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitacional - 2040 (PDUH), em fase de refinamento de diagnóstico e proposições de iniciativas com recortes regionais pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Nos bairros centrais, como Sé, República, Santa Cecília, Bela Vista, Consolação e Liberdade, as famílias sem carro são a maioria, de acordo com a Pesquisa Origem e Destino 2023 (OD) do Metrô de São Paulo. E o transporte coletivo, especialmente o metrô, é mais utilizado pelos moradores do que os meios individuais. Partindo dessa realidade, o PDUH reforça a projeção de cidade mais inclusiva, conectada, compacta e pensada para as pessoas nas políticas a serem desenvolvidas pelos próximos 15 anos.

Esses e muitos outros recortes da história urbana seguem vivos na Biblioteca Digital, que recuperou e digitalizou todo o acervo da antiga Emplasa. Lançada em dezembro de 2025, a plataforma deu novo alcance a materiais que, durante décadas, ficaram restritos a arquivos físicos e que, nos últimos anos, correram risco de serem perdidos devido à extinção da Emplasa.

A iniciativa marca um novo capítulo na preservação e na difusão do conhecimento urbanístico paulista. Em um único ambiente digital, a Biblioteca reúne 10,9 mil itens, incluindo documentos da SDUH, do Gegran e da Emplasa, além de uma valiosa filmoteca histórica, mapas, plantas, diagnósticos territoriais, relatórios, fotografias aéreas, livros e publicações técnicas. Trata-se de uma das mais completas bases de memória do planejamento urbano do Estado.

Com navegação intuitiva, ferramenta de busca avançada e acesso aberto, a plataforma foi pensada para pesquisadores, especialistas e para qualquer cidadão interessado em conhecer melhor a cidade onde vive. Aberta ao público e em constante ampliação, a Biblioteca Digital reforça o compromisso com a transparência, o acesso à informação e a valorização da história urbana.

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 No aniversário de São Paulo, Biblioteca Digital resgata imagens da Praça da Sé antes do Metrô

Documentário histórico disponível na plataforma mostra o Palacete Santa Helena e as transformações do Marco Zero da capital

22/01/2026
Foto ilustrativa

No aniversário de São Paulo, revisitar a cidade também é uma forma de celebrar. E, às vezes, essa viagem no tempo começa com uma imagem que já não existe mais no cotidiano mas segue viva no ambiente digital. Na Biblioteca Digital do Governo do Estado é possível encontrar a história viva da cidade digitalizada em diversos formatos, entre eles, um documentário que revela como era a Praça da Sé antes da implantação do Metrô.

As imagens no documentário Praça da Sé – 1976 (clique aqui)  revelam um cenário difícil de imaginar hoje: o Palacete Santa Helena ainda em pé, imponente, abrigando um dos cinemas mais luxuosos do centro paulistano. Construído na década de 1920, o edifício modernista foi implodido nos anos 1970 para possibilitar as obras da estação Sé. Ver essa cena é enxergar a história do Marco Zero da cidade no coração da capital. (link) Acesse a Biblioteca Digital

Símbolo da origem e da identidade paulistana, a Praça da Sé passou por inúmeras transformações ao longo do tempo. É dali que se medem todas as distâncias rodoviárias do Estado e, mais do que um ponto geográfico, ela representa a própria trajetória da cidade.

A Praça da Sé é um dos exemplos mais emblemáticos de estruturação urbana e de como o espaço urbano e a mobilidade se entrelaçam na história, especialmente para o deslocamento da cidade. A observância dessa lógica na formulação de políticas públicas é fundamental até os dias de hoje, sendo uma das premissas do Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitacional - 2040 (PDUH), em fase de refinamento de diagnóstico e proposições de iniciativas com recortes regionais pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Nos bairros centrais, como Sé, República, Santa Cecília, Bela Vista, Consolação e Liberdade, as famílias sem carro são a maioria, de acordo com a Pesquisa Origem e Destino 2023 (OD) do Metrô de São Paulo. E o transporte coletivo, especialmente o metrô, é mais utilizado pelos moradores do que os meios individuais. Partindo dessa realidade, o PDUH reforça a projeção de cidade mais inclusiva, conectada, compacta e pensada para as pessoas nas políticas a serem desenvolvidas pelos próximos 15 anos.

Esses e muitos outros recortes da história urbana seguem vivos na Biblioteca Digital, que recuperou e digitalizou todo o acervo da antiga Emplasa. Lançada em dezembro de 2025, a plataforma deu novo alcance a materiais que, durante décadas, ficaram restritos a arquivos físicos e que, nos últimos anos, correram risco de serem perdidos devido à extinção da Emplasa.

A iniciativa marca um novo capítulo na preservação e na difusão do conhecimento urbanístico paulista. Em um único ambiente digital, a Biblioteca reúne 10,9 mil itens, incluindo documentos da SDUH, do Gegran e da Emplasa, além de uma valiosa filmoteca histórica, mapas, plantas, diagnósticos territoriais, relatórios, fotografias aéreas, livros e publicações técnicas. Trata-se de uma das mais completas bases de memória do planejamento urbano do Estado.

Com navegação intuitiva, ferramenta de busca avançada e acesso aberto, a plataforma foi pensada para pesquisadores, especialistas e para qualquer cidadão interessado em conhecer melhor a cidade onde vive. Aberta ao público e em constante ampliação, a Biblioteca Digital reforça o compromisso com a transparência, o acesso à informação e a valorização da história urbana.

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Documentário histórico disponível na plataforma mostra o Palacete Santa Helena e as transformações do Marco Zero da capital

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No aniversário de São Paulo, revisitar a cidade também é uma forma de celebrar. E, às vezes, essa viagem no tempo começa com uma imagem que já não existe mais no cotidiano mas segue viva no ambiente digital. Na Biblioteca Digital do Governo do Estado é possível encontrar a história viva da cidade digitalizada em diversos formatos, entre eles, um documentário que revela como era a Praça da Sé antes da implantação do Metrô.

As imagens no documentário Praça da Sé – 1976 (clique aqui)  revelam um cenário difícil de imaginar hoje: o Palacete Santa Helena ainda em pé, imponente, abrigando um dos cinemas mais luxuosos do centro paulistano. Construído na década de 1920, o edifício modernista foi implodido nos anos 1970 para possibilitar as obras da estação Sé. Ver essa cena é enxergar a história do Marco Zero da cidade no coração da capital. (link) Acesse a Biblioteca Digital

Símbolo da origem e da identidade paulistana, a Praça da Sé passou por inúmeras transformações ao longo do tempo. É dali que se medem todas as distâncias rodoviárias do Estado e, mais do que um ponto geográfico, ela representa a própria trajetória da cidade.

A Praça da Sé é um dos exemplos mais emblemáticos de estruturação urbana e de como o espaço urbano e a mobilidade se entrelaçam na história, especialmente para o deslocamento da cidade. A observância dessa lógica na formulação de políticas públicas é fundamental até os dias de hoje, sendo uma das premissas do Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitacional - 2040 (PDUH), em fase de refinamento de diagnóstico e proposições de iniciativas com recortes regionais pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Nos bairros centrais, como Sé, República, Santa Cecília, Bela Vista, Consolação e Liberdade, as famílias sem carro são a maioria, de acordo com a Pesquisa Origem e Destino 2023 (OD) do Metrô de São Paulo. E o transporte coletivo, especialmente o metrô, é mais utilizado pelos moradores do que os meios individuais. Partindo dessa realidade, o PDUH reforça a projeção de cidade mais inclusiva, conectada, compacta e pensada para as pessoas nas políticas a serem desenvolvidas pelos próximos 15 anos.

Esses e muitos outros recortes da história urbana seguem vivos na Biblioteca Digital, que recuperou e digitalizou todo o acervo da antiga Emplasa. Lançada em dezembro de 2025, a plataforma deu novo alcance a materiais que, durante décadas, ficaram restritos a arquivos físicos e que, nos últimos anos, correram risco de serem perdidos devido à extinção da Emplasa.

A iniciativa marca um novo capítulo na preservação e na difusão do conhecimento urbanístico paulista. Em um único ambiente digital, a Biblioteca reúne 10,9 mil itens, incluindo documentos da SDUH, do Gegran e da Emplasa, além de uma valiosa filmoteca histórica, mapas, plantas, diagnósticos territoriais, relatórios, fotografias aéreas, livros e publicações técnicas. Trata-se de uma das mais completas bases de memória do planejamento urbano do Estado.

Com navegação intuitiva, ferramenta de busca avançada e acesso aberto, a plataforma foi pensada para pesquisadores, especialistas e para qualquer cidadão interessado em conhecer melhor a cidade onde vive. Aberta ao público e em constante ampliação, a Biblioteca Digital reforça o compromisso com a transparência, o acesso à informação e a valorização da história urbana.

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 No aniversário de São Paulo, Biblioteca Digital resgata imagens da Praça da Sé antes do Metrô

Documentário histórico disponível na plataforma mostra o Palacete Santa Helena e as transformações do Marco Zero da capital

22/01/2026
Foto ilustrativa

No aniversário de São Paulo, revisitar a cidade também é uma forma de celebrar. E, às vezes, essa viagem no tempo começa com uma imagem que já não existe mais no cotidiano mas segue viva no ambiente digital. Na Biblioteca Digital do Governo do Estado é possível encontrar a história viva da cidade digitalizada em diversos formatos, entre eles, um documentário que revela como era a Praça da Sé antes da implantação do Metrô.

As imagens no documentário Praça da Sé – 1976 (clique aqui)  revelam um cenário difícil de imaginar hoje: o Palacete Santa Helena ainda em pé, imponente, abrigando um dos cinemas mais luxuosos do centro paulistano. Construído na década de 1920, o edifício modernista foi implodido nos anos 1970 para possibilitar as obras da estação Sé. Ver essa cena é enxergar a história do Marco Zero da cidade no coração da capital. (link) Acesse a Biblioteca Digital

Símbolo da origem e da identidade paulistana, a Praça da Sé passou por inúmeras transformações ao longo do tempo. É dali que se medem todas as distâncias rodoviárias do Estado e, mais do que um ponto geográfico, ela representa a própria trajetória da cidade.

A Praça da Sé é um dos exemplos mais emblemáticos de estruturação urbana e de como o espaço urbano e a mobilidade se entrelaçam na história, especialmente para o deslocamento da cidade. A observância dessa lógica na formulação de políticas públicas é fundamental até os dias de hoje, sendo uma das premissas do Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitacional - 2040 (PDUH), em fase de refinamento de diagnóstico e proposições de iniciativas com recortes regionais pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Nos bairros centrais, como Sé, República, Santa Cecília, Bela Vista, Consolação e Liberdade, as famílias sem carro são a maioria, de acordo com a Pesquisa Origem e Destino 2023 (OD) do Metrô de São Paulo. E o transporte coletivo, especialmente o metrô, é mais utilizado pelos moradores do que os meios individuais. Partindo dessa realidade, o PDUH reforça a projeção de cidade mais inclusiva, conectada, compacta e pensada para as pessoas nas políticas a serem desenvolvidas pelos próximos 15 anos.

Esses e muitos outros recortes da história urbana seguem vivos na Biblioteca Digital, que recuperou e digitalizou todo o acervo da antiga Emplasa. Lançada em dezembro de 2025, a plataforma deu novo alcance a materiais que, durante décadas, ficaram restritos a arquivos físicos e que, nos últimos anos, correram risco de serem perdidos devido à extinção da Emplasa.

A iniciativa marca um novo capítulo na preservação e na difusão do conhecimento urbanístico paulista. Em um único ambiente digital, a Biblioteca reúne 10,9 mil itens, incluindo documentos da SDUH, do Gegran e da Emplasa, além de uma valiosa filmoteca histórica, mapas, plantas, diagnósticos territoriais, relatórios, fotografias aéreas, livros e publicações técnicas. Trata-se de uma das mais completas bases de memória do planejamento urbano do Estado.

Com navegação intuitiva, ferramenta de busca avançada e acesso aberto, a plataforma foi pensada para pesquisadores, especialistas e para qualquer cidadão interessado em conhecer melhor a cidade onde vive. Aberta ao público e em constante ampliação, a Biblioteca Digital reforça o compromisso com a transparência, o acesso à informação e a valorização da história urbana.

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